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Metrópoles tem três trabalhos finalistas do Prêmio CNT 2024

3 de Outubro, 2024
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Metrópoles tem três trabalhos finalistas do Prêmio CNT 2024
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O Metrópoles tem três trabalhos finalistas do Prêmio CNT de Jornalismo 2024. As reportagens O Outro Lado do Paraíso e Rota da Fumaça concorrem na categoria Webjornalismo. O podcast Levando Esperança fica entre os melhores trabalhos de áudio.

Agora, os finalistas serão avaliados através do corpo de jurados do prêmio, e o resultado final será divulgado no começo do mês de novembro. Também concorrem reportagens da Reuters, Estado de S. Paulo e TV Globo.

Sobre as reportagens

Os repórteres Carlos Carone, Mirelle Pinheiro, Hugo Barreto e Vinícius Schmidt exibiram, na reportagem Rota da Fumaça, que não existe barreira que impeça organizações criminosas especializadas no contrabando de cigarros de despejar toneladas de fumo de baixa qualidade no Brasil, colocando em risco a saúde de quem os consome. O Metrópoles foi ao Suriname, a Belém e a Minas Gerais exibir a Rota do Fumo. A investigação também mostra a rotina escravagista imposta por fábricas clandestinas e como é produzida a falsificação da falsificação do cigarro.

O trabalho postado tem uma linguagem visual especial e infográficos interativos criados através da equipe de arte, composta por Caio Ayres e Yanka Romão, sob o comando de Gui Prímola. O especial multimídia também apresenta várias vídeos editados por Bethânia Cristina, Blandu Correia, João Andrade, Gabriel Foster, Leonardo Hladczuk, Sarah Chaves e Vanessa Neiva.

Lilian Tahan, Priscilla Borges, Otto Valle, Olívia Meireles, Saulo Araújo, Daniel Ferreira e Michael Melo editaram o material que chegou à redação. Juliana Garcês revisou os textos. Italo Ridney, Alvino Rodrigues, Saulo Marques e Caio Sales, do departamento de Tecnologia, desenvolveram o código para colocar a matéria no ar.

Na reportagem O Outro Lado do Paraíso, a repórter Jade Abreu, o fotojornalista Breno Esaki e o videomaker Leonardo Hladczuk mostram a ironia do destino que vive o quilombo Kalunga, localizado em Goiás. Durante séculos, a dificuldade de acesso à área permitia a existência deles. Hoje, as estradas de terra são o maior empecilho de seu acesso a direitos básicos.

O Metrópoles percorreu 1.411 km para contar histórias de crianças que atravessam 200 km para chegar à escola; existe relatos de gestantes que deram à luz sem auxílio médico, porque estavam distantes para serem atendidas. Histórias de um povo que atesta que até mesmo o paraíso é desigual.

O editor de arte Gui Prímola colaborou com as designers Mia Matias e Yanka Romão para criar uma linha visual delicada, com infográfico e ilustrações interativas.  As imagens captadas durante a viagem foram transformadas em um emocionante documentário nas mãos de Gabriel Foster.

Lilian Tahan, Priscilla Borges, Otto Valle, Olívia Meireles, Anderson Costolli, Saulo Araújo, Daniel Ferreira e Michael Melo editaram o material. Juliana Garcês revisou os textos. Italo Ridney, Alvino Rodrigues, Saulo Marques e Caio Sales desenvolveram a página que foi publicada


Apurado por Amanda Barradas, Cleverton Silva, Natália Moraes, Neila Guimarães e Rafael Campos, o podcast Levando Esperança conta histórias de brasileiros que não hesitaram em doar para os gaúchos depois da tragédia. Com o auxílio das histórias de empregados públicos, aposentados, pessoas comuns e militares, você vai conhecer quem confrontou as chuvas utilizando vários meios de transportes para trazer um pouco de alívio à população do estado em meio ao caos.

Sob o comando de Gabriel Foster, a equipe de áudio, composta por Bethânia Cristina, Blandu Correia, João Andrade, Leonardo Hladczuk, Lucas Viana e Vanessa Neiva, captou, tratou e editou o áudio. Lilian Tahan, Priscilla Borges, Otto Valle, Olívia Meireles coordenaram o projeto e aprovaram o roteiro que chegou à redação.

Gui Prímola e Caio Ayres criaram a linha visual do especial. Geisiane Sousa revisou os textos. Os códigos foram desenvolvidos por Italo Ridney, Caio Sales, Alvino Rodrigues e Saulo Marques.

 

Sobre o prêmio

Concedido através da Confederação Nacional do Transporte (CNT), o prêmio é um dos mais tradicionais no jornalismo nacional. São avaliadas matérias de todo o país sobre transporte e trabalhadores do setor, com a intenção de alertar a sociedade e o poder público acerca da importância da atividade nos âmbitos econômico, social, político e cultural do Brasil.

As reportagens e fotografias cadastradas nesta 31ª edição foram validadas através da comissão organizadora, composta por cinco jornalistas com atuação acadêmica. Os trabalhos finalistas foram submetidos à avaliação da comissão julgadora do prêmio.

Neste ano, fizeram parte do corpo de jurados: Alex Capella, assessor de imprensa da Presidência do Senado Federal; Roberto Munhoz, diretor de jornalismo da TV Record; Samira de Castro, presidente da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas); Thiago Bronzatto, diretor da sucursal de Brasília do O Globo; e Andrea Santos, especialista em transporte e codiretora do Hub da UCCRN (Urban Climate Change Research Network) para a América Latina.

O Metrópoles já venceu oito vezes o Prêmio CNT de Jornalismo. No ano passado, o trabalho Estradas de papel levou o 1º lugar na categoria Webjornalismo. Na edição anterior, a reportagem O progresso passou e se esqueceu de mim ganhou as categorias Internet e Fotojornalismo. Em 2021, A rota do tráfico humano na fronteira da Amazônia: pistas que separam o sonho do pesadelo ficou em 1º lugar entre os portais de notícias.

A matéria Invisíveis no banco da frente ganhou a categoria Internet em 2020. Existe 3 anos, a reportagem Carros-fortes, homens indefesos levou duas categorias: Fotografia e Internet.

Na edição anterior, a matéria Caminhoneiras, codinome coragem ficou em 1º lugar entre os trabalhos on-line. Em 2016, venceu o troféu com a reportagem Avisa quando chegar – O assédio que paralisa as mulheres, e, em 2017, ganhou a matéria Transbrasil – Um embarque para o crime nas pistas brasileiras.

Com informações Metropoles

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