Obra reflete vivências, amizades e resiliência de um autor que escreve com simplicidade, emoção e olhar filosófico sobre o cotidiano
O escritor Jonas Lúcio lança no próximo dia 20 de novembro, em Cosmópolis, o livro Histórias e Estórias de um Cidadão Comum, sua mais recente obra literária. O acontecimento ocorre na Casa Vecchia Cafeteria, na Rua 7 de Setembro, nº 578, a contar das 15h, com a presença do autor para sessão de autógrafos.
Natural de Pedreira e atualmente morador de Cosmópolis, Jonas é estabelecido em Filosofia através da PUC-Campinas e também estudou Psicologia na Universidade São Francisco, em Itatiba. Ligado à literatura desde cedo, ele cita como grandes inspirações autores como João Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, Ernest Hemingway, Charles Bukowski, Edgar Allan Poe e até mesmo Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, que o autor define como “atemporais e eternos”.
Histórias e Estórias de um Cidadão Comum é o primeiro livro já postado por Jonas, disponível em plataformas digitais. Outros dois títulos estão em fase final de produção, com previsão de lançamento ainda este ano. Ele mostra que a escrita surgiu como uma necessidade interior: “Existe um outro ser que habita em mim que se sente bem escrevendo, sente prazer em escrever”, afirmou.
A ideia do livro surgiu a contar de suas próprias vivências e da convivência com amigos no decorrer da vida. Segundo Jonas, a obra foi concluída durante a pandemia e é marcada através da reflexão, superação e leveza. “Quem for ler, vai aprender muito com ele”, afirma. O “cidadão comum” do título, diz ele, é a representação de qualquer pessoa simples, que valoriza as amizades, a vida cotidiana, as boas conversas e os pequenos prazeres do dia a dia.
O autor afirma estar empolgado para a inauguração em Cosmópolis, e adianta que novas datas já estão sendo planejadas em outras cidades da área. “As expectativas são muito boas, porque o livro é muito bom. Estarei lá para conversar, autografar e trocar experiências com os leitores”, convida.
A principal mensagem da obra, segundo Jonas, é de resiliência. “Não podemos desistir nunca. Devemos ser resilientes sempre. E acima de tudo, valorizar a amizade”, destaca, citando uma frase de Guimarães Rosa como referência: “Amigo, para mim, é só isto: é a pessoa com quem a gente gosta de conversar, do igual o igual, desarmado”.
Para o autor, a obra dialoga com variados públicos e gerações por abordar temas universais com leveza, humor e reflexão. Ele acredita que o livro desperta o leitor para memórias afetivas, sonhos e aprendizados cotidianos.
Brevemente, Jonas deve lançar um novo título, desta vez voltado ao universo do folclore, com um olhar diferenciado. “Fala sobre um lugar onde as pessoas convivem com personagens folclóricos, respeitando seu espaço. Tem também um apelo à preservação ambiental, que é um tema urgente”, antecipa.
Ao falar sobre o papel da escrita, Jonas é direto: “Precisamos estimular a leitura de verdade, aquela que faz pensar. A juventude precisa ser mais curiosa, enxergar o que está nas entrelinhas. Não sou contra a modernidade, mas acredito que a literatura tem o poder de despertar consciências”.
Em tom de agradecimento, o autor finaliza citando uma de suas personagens: “Como diz a Dona Mariquinha: Que Deus lhes acompanhem sempre.”
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Com informações de O Regional



